Prata da Casa

Habemus Reagan!

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Por Marcelo Vieira

Biografia de um dos mais populares presidentes dos Estados Unidos chega ao Brasil pela Record

Último semestre do curso de Jornalismo, TCC a todo o vapor nas poucas horas do dia que me restavam após sair do trabalho. A pilha de livros para referência não parava de crescer, mas havia lacunas que não seriam fáceis de ser preenchidas.

Ronald Reagan, o 40º presidente dos Estados Unidos e personagem fundamental ao desenvolvimento do meu texto, não possuía um livro sequer a seu respeito escrito por autor brasileiro ou traduzido para o português do Brasil. Como eu faria para escrever sobre sua ascensão política nos anos 1960, sobre como tornou a Califórnia o estado líder em produção de bens e serviços em seu governo, sobre como fez os Estados Unidos saírem do habitual ciclo de inflação e desemprego nos anos 1980 através de seu Reaganomics?

Na Internet, muitas citações são atribuídas a Reagan sem que se apresente fonte confiável. Falta aquela precisão cirúrgica necessária no meio acadêmico. Memes definitivamente não servem para nada. Dureza. Tive de recorrer a obras em inglês, muitas das quais prolixas ou desfocadas. Foi um trabalho de leitura (e releitura e re-releitura…) e tradução e revisão e confia que vai dar certo.

Hoje em dia, mais até do que quando me graduei, a figura de Ronald Reagan vive e é idolatrada — sobretudo pela juventude com inclinação política à Direita. Em tempos de likes, a página Ronald Reagan Realista no Facebook tem mais de 24 mil. A loja virtual Vista Direita estampa o rosto de Reagan em camisetas e canecas. Até Optimus Prime já trocou um lero com o ex-presidente em HQs dos Transformers. Se o papa é pop, Ronald Reagan é muito mais.

Escrito pelo comentarista político mais prestigiado da América, Ronald Reagan chega para atender uma demanda. É um livro curto (378 páginas) e direto ao ponto. Tudo o que o leitor brasileiro precisa e pode querer saber sobre o caubói que saiu das telas do cinema para o posto mais alto do mundo e fez a diferença tanto para o bem quanto para o mal na década que mais desperta o fascínio de quem não a viveu. Leia e obtenha a poderosa munição que é o argumento.

 

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