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“A garota no trem” estreia no Brasil com boas críticas

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Novidade no circuito a partir desta quinta-feira, o filme “A garota no trem” chega às salas cercado de expectativa. Não é para menos: o livro que inspirou o longa, lançado pela Record em 2015, foi um dos maiores fenômenos literários do ano, e já vendeu mais de 10 milhões de exemplares ao redor do mundo. Tanto alvoroço em torno do livro (no Brasil, já foram mais de cem mil cópias vendidas) se deve a uma trama de suspense psicológico que fisga o leitor, em grande parte graças ao mistério que vai se desvendando pouco a pouco sobre seus personagens. “A garota no trem” é Rachel. Diariamente, ela pega o trem de Ashbury até Londres e se distrai olhando o que acontece pela janela. Seu momento favorito é quando o veículo para num determinado sinal, próximo à estação de Witney, e ela consegue espiar um casal na varanda de casa. Ela vê os dois sempre juntos, tomando café, e fantasia sobre a vida perfeita que eles devem ter. Rachel até inventa nomes para os dois: Jess e Jason.

A primeira virada acontece quando Rachel vê algo surpreendente do trem: Jess está beijando outro homem. Frustrada ao ver arruinada sua fantasia, e um tanto abalada ao relacionar o acontecimento com sua própria experiência, ela resolve agir e vai até a rua onde Jess e Jason moram.

Mas há um detalhe: Rachel é alcoólatra. E o consumo excessivo da bebida provoca constantes lapsos de memória. Na noite em que desce na estação de Witney, Rachel já acumulou algumas doses de gin tônica. No dia seguinte, sem saber bem o que aconteceu, acorda machucada e ensanguentada. E descobre que Jess – na verdade, Megan – está desaparecida.

Narrado alternadamente por três personagens nada confiáveis, “A garota no trem” não economiza nas reviravoltas e na angústia – compartilhada por personagens e leitor. Hawkins já disse em entrevistas que escreveu o livro “em estado de pânico e desespero”, temendo que esta fosse sua última chance de, enfim, construir uma carreira de escritora. Ao conseguir transmitir os sentimentos para as páginas, atingiu o objetivo com louvor.

No cinema, o filme dirigido por Tate Taylor (de “Vidas cruzadas”) transfere a ação da Inglaterra para os Estados Unidos. Além de Emily Blunt, o elenco tem ainda Justin Theroux (como Tom), Haley Bennett (Megan), Rebecca Ferguson (Anna), Luke Evans (Scott), Allison Janney (oficial Riley) e Lisa Kudrow, que interpretará uma personagem criada exclusivamente para o longa.

Leia a seguir as matérias e críticas que já saíram sobre o filme: na Folha de São Paulo, no Globo, na Veja Online, no Huffington Post, no Estado de S. Paulo e no jornal Metro.

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