Dica de leitura

Nossos favoritos de 2016 – parte 1

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Foram mais de 400 livros lançados em 2016 por todas as editoras e selos do Grupo Editorial Record. A lista é abrangente, e tem de romances a biografias, de ensaios a coletâneas, títulos infantis e juvenis, nacionais e estrangeiros. Mas é claro que todo mundo tem seus favoritos, e não é diferente conosco aqui no grupo. Alguns funcionários elegeram os três livros de que mais gostaram este ano, e contam aqui no blog quais foram eles a partir de hoje. Quem estreia a lista é Marcelo Vieira, editor assistente da Bertrand Brasil.

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3º) “Brasil: Cazuza, Renato Russo e a Transição Democrática”, de Mario Luis Grangeia, Civilização Brasileira

Muita gente boa já escreveu sobre as vidas de Cazuza e Renato Russo e sobre o impacto de suas obras no cenário artístico brasileiro. Faltava, porém, alguém que se dispusesse a ligar os pontos, contextualizando as letras de Cazuza e Renato de uma maneira boa de ler e fácil de compreender. E é isso que Mario Luis Grangeia faz em Brasil, com uma análise que vai desde os primórdios do Barão Vermelho e da Legião Urbana até os últimos anos de seus líderes, quando, perdendo a batalha contra a AIDS, escreveram seu material mais contundente e essencial.

2º) “Ronald Reagan”, de Bill O’Reilly e Martin Dugard, Record

Figura idolatrada sobretudo por jovens com inclinação política à direita, o 40º presidente dos Estados Unidos não possuía um livro sequer a seu respeito publicado no Brasil. Escrito pelo comentarista político mais prestigiado da América, Ronald Reagan chega para atender a uma demanda e vai direto ao ponto. Tudo o que o leitor brasileiro precisa e pode querer saber sobre o caubói que saiu das telas do cinema para o posto mais alto do mundo e fez a diferença tanto para o bem quanto para o mal na década que mais desperta o fascínio de quem não a viveu.

1º) “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”, de Mitchell Zuckoff, Bertrand Brasil

Em 11 de setembro de 2012, o complexo diplomático dos EUA na Líbia sofreu um ataque terrorista que vitimou seu embaixador no país. Durante tensas 13 horas, uma equipe de seis soldados driblou as falhas na segurança e evitou que a tragédia fosse ainda maior. Com o apoio de quatro desses soldados, Mitchell Zuckoff conta o que realmente aconteceu em Benghazi na noite que ecoa até hoje na política norte-americana, capturando tanto aspectos diplomáticos quanto a atuação da CIA. O livro é tão bom que virou filme, com direção de Michael Bay.

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