Dica de leitura

Nossos favoritos de 2016 – parte 3

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Foram mais de 400 livros lançados em 2016 por todas as editoras e selos do Grupo Editorial Record. A lista é abrangente, e tem de romances a biografias, de ensaios a coletâneas, títulos infantis e juvenis, nacionais e estrangeiros. Mas é claro que todo mundo tem seus favoritos, e não é diferente conosco aqui no grupo. Alguns funcionários elegeram os três livros de que mais gostaram este ano, e contam aqui no blog quais foram eles. Hoje, a analista de marketing e eventos Mayara Moura fala de suas leituras de 2016.

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“Prometida”, de Carina Rissi, Verus

A Carina Rissi é uma das minhas escritoras brasileiras favoritas e a história da Elisa e do Lucas não poderia ficar de fora da lista de melhores leituras de 2016. Quando eu leio os livros da série “Perdida” me transporto para o século XIX e sempre me impressiono com as diferenças culturais e tecnológicas. Neste livro em especial parei para refletir o quanto a medicina evoluiu e uma cena em particular me fez agradecer a possibilidade de viagem no tempo na série.

“Farmácia Literária”,  de Ella Berthoud e Susan Elderkin, Verus

Falando em remédios… Sabe aquele dia em que você está mal e precisa de uma boa leitura? Ella e Susan começaram um serviço de biblioterapia em Londres, prescrevendo livros para pacientes do mundo todo. Seja um livro para quando você precisa chorar ou para quando você está sofrendo de rinite alérgica (me identifico muito), você encontra tudo na “Farmácia Literária”. A minha receita atual está na página 163, para curar o “não saber que livros levar nas férias”. Minha lista de próximas leituras já aumentou consideravelmente.

“O menino feito de blocos”, de Keith Stuart, Record

Depois de uma ficção e uma não ficção, fecho com um livro que mistura os dois. O jornalista Keith Stuart escreveu uma história inspirada em como o Minecraft melhorou o relacionamento dele com o filho autista. O protagonista do livro perde o emprego e a família, mas encontra no jogo uma maneira de se conectar com o filho. Aprendi tanto sobre o jogo quanto sobre o autismo ao ler o livro e espero que a leitura ajude muitas famílias ao mostrar que os videogames podem sim ser benéficos. Para quem quiser conhecer a verdadeira história por trás do livro, contada pelo próprio autor, recomendo o post no blog.

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