Dica de leitura

Nossos favoritos de 2016 – parte 6

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Foram mais de 400 livros lançados em 2016 por todas as editoras e selos do Grupo Editorial Record. A lista é abrangente, e tem de romances a biografias, de ensaios a coletâneas, títulos infantis e juvenis, nacionais e estrangeiros. Mas é claro que todo mundo tem seus favoritos, e não é diferente conosco aqui no grupo. Alguns funcionários elegeram os três livros de que mais gostaram este ano, e contam aqui no blog quais foram eles. Hoje, Julia Ribeiro, estagiária da BestSeller, fala de suas leituras de 2016.

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“O ano em que disse sim”, de Shonda Rhimes, BestSeller

Em sua família, que inclui cinco irmãos mais velhos, Shonda é só aquela-menininha-pateta-com-óculos-fundo-de-garrafa. Mas, para o restante do mundo, Shonda Rhimes é um dos maiores nomes da televisão. Shonda cresceu lendo e criando histórias em sua cabeça. Inventar tramas era o que fazia de melhor, e conforme os anos foram passando, ela fez disso sua profissão. Dominando as programações de quinta-feira no canal ABC, a roteirista, produtora e cineasta criou um universo de personagens complexos e muito próximos da realidade. Seu modo de abordar assuntos como feminismo, questões raciais e sexualidade aproximou a escritora de seu público alvo e trouxe à tona importantes debates sobre representatividade. “O ano em que disse sim” é um daqueles livros que te fazem gargalhar no meio da rua. É como uma conversa com amigos acompanhada de vinho – porque, às vezes, a gente tem que fazer escolhas. E, às vezes, vinho é a escolha certa.

“Memórias da princesa”, de Carrie Fisher, BestSeller

Carrie Fisher era uma jovem atriz bem no início de sua carreira quando decidiu fazer o teste de elenco para Star Wars e Carrie, a estranha, em 1976. George Lucas e Brian De Palma, os respectivos diretores, sentaram-se lado a lado e observaram o que seria o despontar de um dos maiores ícones femininos da cultura pop. Carrie não conseguiu o papel de Carrie – mas fez alguns bons trocadilhos sobre isso em Memórias da princesa. Trazendo muitos detalhes de sua experiência nos sets de Star Wars, Carrie Fisher fala sobre como foi assustador ser uma atriz iniciante em um ambiente majoritariamente masculino e como isso influenciou a imagem que criou sobre ela mesma; sobre suas dificuldades de aceitação e sobre amor (ou desilusões amorosas); sobre como ela e Princesa Leia se confundem na mesma pessoa de vez em quando. Carrie descreve muitas das situações pelas quais passou no início da vida adulta em seus diários. Como estabelecer sua própria identidade tendo pais famosos? Como lidar com um romance fadado ao fracasso? Não somente por ser fã da saga Star Wars, mas por admirar o humor ácido e a perspicácia de Carrie Fisher, que Memórias da princesa se tornou, de longe, um de meus livros favoritos do ano. Sua escrita é inteligente e capaz de absorver você por completo; é nonsense e verdadeira. É um relato sem maquiagem do que é ter se tornado, meio que sem querer, um dos principais símbolos do universo geek. E mantido o sucesso há mais de 40 anos.

“I’m Your Man”, de Sylvie Simmons, BestSeller

O talento de Leonard Cohen é inegável. Entretanto, apesar de ser reconhecido ao redor do mundo inteiro como um dos artistas mais influentes do mundo da música, a vida pessoal do gênio por trás de canções como Hallellujah e Suzanne ainda é uma incógnita para grande parte do público. Investigando a fundo a carreira de Cohen e apontando o trajeto percorrido por ele desde a infância no Québec até a ascensão ao status de ícone da música e da poesia contemporâneas, a jornalista Sylvie Simmons traz um relato capaz de confortar o coração dos fãs e angariar novos admiradores para o cantor.

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