Notícias

Cinco livros do grupo estão entre os finalistas do Prêmio Biblioteca Nacional

Nenhum Comentário

O Grupo Editorial Record tem cinco finalistas entre os indicados ao Prêmio Biblioteca Nacional de 2017, cujos vencedores serão conhecidos no dia 28 de novembro, numa cerimônia de premiação. Na categoria Romance, concorre “A hipótese humana”, de Alberto Mussa, da Record. Já entre os Contos, “Ferrugem”, de Marcelo Moutinho, também da Record, é um dos indicados. Já no quesito Ensaio Social, todos os três finalistas são obras da editora Civilização Brasileira: “Intelectuais mediadores: práticas culturais e ação política”, de Angela de Castro Gomes e Patrícia Hansen; “A tortura como arma de guerra”, de Leneide Duarte-Plon; e “Escravidão e capitalismo histórico no século XIX: Cuba, Brasil, Estados Unidos”, de Rafael Marquese e Ricardo Salles.

Saiba mais sobre os títulos abaixo:

 

A hipótese humanaA HIPÓTESE HUMANA | Alberto Mussa | Record

“A hipótese humana” é o quarto romance do “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro”, composto também por “O trono da rainha Jinga”, “A primeira história do mundo” e “O senhor do lado esquerdo”. O livro relata as circunstâncias misteriosas que envolvem o assassinato de Domitila, filha do coronel Chico Eugênio, dentro da chácara da família no Catumbi. A investigação fica a cargo do detetive Tito Gualberto, primo da vítima e hábil capoeira, que tentará completar o quebra-cabeça do crime. De tão real, a ficção de Mussa encontra sua crônica familiar numa ponta da história. Os muitos suspeitos do crime vão sendo revelados aos poucos, levando o leitor num redemoinho que confunde, aprisiona e inquieta.

FerrugemFERRUGEM | Marcelo Moutinho | Record

O assunto de “Ferrugem” é a paisagem humana, os grandes dramas corriqueiros, a vida que passa. Desfilam por aqui personagens ímpares, insuspeitas, inesquecíveis, ainda que aparentemente comuns: a moça soropositiva, caixa de supermercado, que reencontra o antigo namorado; a cobradora de ônibus que dá conselhos amorosos a um passageiro; o cantor de boate que imita Roberto Carlos. O valor literário dos contos de Marcelo Moutinho não está em tramas surpreendentes ou inusitadas, mas na alta-voltagem poética que a voz do narrador consegue extrair de situações vulgares.

Intelectuais mediadoresINTELECTUAIS MEDIADORES | Org. Angela de Castro Gomes e Patricia Santos Hansen | Civilização Brasileira

Coletânea de 14 artigos que propõem uma nova acepção do termo “intelectual”. Entendido de forma mais ampla, “intelectual” é definido como sujeito da produção de conhecimentos e da comunicação de ideias, direta ou indiretamente vinculado à intervenção político-social. É também tratado como ator estratégico nas áreas da cultura e da política, que ocupa posição de reconhecimento na vida social. Assim, editores, tradutores, escritores, professores, autores de obras para o público infantil, entre outros, passam a integrar a categoria. O livro, ao enfocar as relações entre intelectuais e mediação cultural, contribui para expandir os limites que costumam circunscrever as reflexões sobre a categoria intelectual, além de desenvolver e testar as potencialidades das categorias de intelectual mediador e de mediação cultural para a historiografia. Autores que participam deste volume: Ana Paula Sampaio Caldeira, Angela de Castro Gomes, Eliana Dutra, Francisco Palomanes Martinho, Gabriela Pellegrino Soares, Giovane José da Silva, Giselle Martins Venâncio, Joaquim Pintassilgo, Kaori Kodama, Libânia Nacif Xavier, Luciano Mendes de Faria Filho, Mara Cristina de Matos Rodrigues, Patricia Santos Hansen e Patricia Tavares Raffaini.

A tortura como arma de guerraA TORTURA COMO ARMA DE GUERRA | Leneide Duarte-Plon | Civilização Brasileira

Este é o primeiro livro publicado no país sobre a influência da “doutrina militar francesa” nas ditaduras do Brasil e de outros países latino-americanos. A partir de entrevistas exclusivas com o general Paul Aussaresses, relatórios secretos franceses e pesquisa bibliográfica extensa, a jornalista Leneide Duarte-Plon, finalista do Prêmio Jabuti de 2015, revela como foram aplicados no Cone Sul os métodos – entre eles tortura e execução sumária – da doutrina francesa de combate à “subversão” e ao “comunismo”. O livro apresenta também entrevistas com dois personagens emblemáticos da Guerra da Argélia, Henri Alleg e Josette Audin, além do relato inédito de Cecília Viveiros de Castro, personagem-chave para a elucidação da morte do deputado Rubens Paiva.

Escravidão e capitalismo histórico no século XIXESCRAVIDÃO E CAPITALISMO HISTÓRICO NO SÉCULO XIX: CUBA, BRASIL E ESTADOS UNIDOS | Rafael Marquese e Ricardo Salles | Civilização Brasileira

Organizado pelos professores de história Rafael Marquese (USP) e Ricardo Salles (UniRio), a obra chegou da gráfica esta semana e reúne ensaios de historiadores brasileiros e estrangeiros sobre a escravidão negra nas Américas ao longo século XIX. Enquanto declinava ou era abolida em determinadas zonas do Novo Mundo, a escravidão reflorescia no Sul dos Estados Unidos, em Cuba e no Brasil. Áreas que se tornaram polos dinâmicos de uma nova e maciça expansão da escravidão africana. Estas transformações geram questionamentos que o livro busca responder.

Comentários
Posts Populares

Este website usa cookies para melhorar a experiência do usuário. Navegando neste site você consente com a nossa Política de Privacidade.

Leia Mais