Dica de leitura

Dia dos namorados para todos!

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Dia dos namorados também é dia de celebrar a diversidade! E nos livros do Grupo Editorial Record temos os mais variados tipos de casais, que podem inspirar e representar vários dos apaixonados no dia de hoje. Confira abaixo nossas dicas de leitura para a data:

 

9788501102096.– Casal de menino e menino

Finalista do National Book Award de 2013, “Dois garotos se beijando”, de David Levithan, tem como ponto central o beijo entre Harry e Craig: dois meninos de 17 anos que querem entrar para o livro dos recordes ao dar o beijo mais longo do mundo. Ao redor deles, outros meninos, influenciados pelo desafio do beijo, precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer. Avery conhece Ryan, mas não sabe como dizer a ele que é transexual; Cooper vive sua vida flertando com meninos pela internet que ele nunca vai conhecer; e Neil e Peter são um casal como outro qualquer. Cada um desses meninos tem uma situação diferente. Alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem com o bullying na escola, outros, com o coração partido.

9788501107572– Casal de menina e menina

“Além mundos”, de Scott Westerfeld, conta a história de Darcy Patel, que tem apenas 18 anos, mas já escreveu seu primeiro livro, conseguiu um contrato milionário com uma editora e decidiu mudar-se para Nova York para tentar realmente “acontecer” como escritora. O autor entremeia e história da protagonista com capítulos do livro que ela está escrevendo, fazendo paralelos entre seus processos de amadurecimento. Darcy vive sua primeira história de amor com uma outra jovem escritora, e Westerfeld aproveita para revelar alguns saborosos bastidores do mundo editorial.

9788501113467– Casal de classes sociais diferentes

Em “Asiáticos podres de ricos, de Kevin Kwan, o casal Rachel Chu e Nicholas Young namora há dois anos e estão muito apaixonados e felizes. Professores universitários, moram em Nova York e têm uma vida normal, de classe média. Quando o casamento do melhor amigo de Nicholas se aproxima, ele convida a namorada para ir a Cingapura acompanhá-lo na festa, conhecer sua família e sua terra natal. Mas Nicholas se esqueceu de mencionar que é o herdeiro de uma das famílias mais milionárias e tradicionais de Cingapura. Mergulhada num universo que não fazia nem ideia de que existia, Rachel se vê envolvida em conflitos, tramóias e fofocas com a família riquíssima do namorado.

9788501110817– Casal interracial

Em “O ódio que você semeia”, de Angie Thomas, Starr é uma menina que se divide entre duas realidades: durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos, e no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia. Quando é testemunha de uma agressão policial sofrida pelo amigo de infância, ela precisa descobrir sua voz e decidir o que fazer. O namorado, branco, é mais uma fonte de conflito para a menina.

9788576862444– Casal de séculos diferentes

Na série “Perdida”, de Carina Rissi, a mocinha Sofia é super contemporânea e tem pavor de casamento, até ser magicamente transportada para o século XIX e acabar se apaixonado pelo aristocrata Ian Clarke. É claro que os costumes de dois séculos de diferença ficarão entre os dois, mas, no fim, o amor acaba falando mais alto.

 

 

Capa– Casal com TOC

De maneira sensível e realista, a autora Corey Ann Haydu constrói uma história de amor em meio ao transtorno obsessivo compulsivo em “Uma história de amor e TOC”. Na trama, Bea foi diagnosticada com o transtorno e começa a se apaixonar por Beck, um menino que também tem TOC. Enquanto ele lava as mãos oito vezes depois de beijá-la, ela persegue outro cara nos intervalos dos encontros. Mas eles sabem que são a única esperança um do outro. Afinal, se existem tantos casais complicados por aí, por que as coisas não dariam certo para um casal obsessivo-compulsivo? A autora não ameniza as dificuldades do TOC nem reduz suas personagens a uma lista de sintomas.

felicidade para humanos– Casal tecnológico

Jen está triste. Aiden quer que ela seja feliz. Formou? Não necessariamente. É que Jen é uma mulher de trinta e poucos anos cujo namorado acabou de trocá-la por outra e Aiden é um programa de computador muito caro e complexo. Aiden conhece Jen melhor que ninguém. Com acesso a todos os seus dispositivos, Aiden sabe qual é a música mais tocada de sua playlist, consegue achar suas fotos preferidas e selecionar as citações que mais a inspiram nas redes sociais. E na trama de “Felicidade para humanos”, de P.Z. Reizin, Aiden resolve procurar um novo parceiro para ela. E com a internet inteira à sua disposição, não precisa ir longe para encontrar o que conclui ser o espécime perfeito e arquitetar um encontro. O problema é que Jen não parece querer contribuir para o plano infalível de Aiden. Será que uma máquina muito inteligente artificialmente conseguirá desvendar a inteligência emocional para poder interferir de um jeito positivo na vida de Jen?

9788501050311– Casal que lida com uma deficiência

Em “Talvez um dia”, de Colleen Hoover, Sydney divide um apartamento com a sua melhor amiga. Essa foi a solução que encontrou após seus pais se recusarem a ajudá-la com as despesas da faculdade. Eles não aceitaram quando desistiu do preparatório de Direito para cursar Música. E foi por causa da música que ela conheceu Ridge, seu vizinho. O rapaz é surdo, mas consegue tocar violão sentindo as vibrações do som, além de ser compositor da banda do irmão. Durante um bloqueio criativo, é Sydney quem o ajuda e, conforme os dois se aproximam, eles percebem que têm mais em comum do que a paixão pela música.

Capa Antonio e Cleopatra MF.indd– Casal da vida real

A vida real muitas vezes pode inspirar trama tão – ou até mais – grandiosas que a ficção. Em “Antônio e Cleópatra”, o autor Adrian Goldsworthy narra a história de um choque entre duas culturas, de ambição e crueldade — e também de paixão – que foi a vida do casal. Antônio foi o homem mais poderoso do mundo romano até ser derrotado pelo jovem e friamente calculista César Augusto, que depois se fez o primeiro imperador de Roma. Cleópatra era a inteligente, ambiciosa e bela rainha de uma monarquia egípcia. Juntos, eles viveram em suntuoso esplendor, lutaram por um império e perderam, antes de darem fim à própria vida.

9788528622508– Casal na terceira idade

Nunca é tarde demais para encontrar o amor. Em “Muito além do inverno”, a chilena Isabel Allende parte de um acidente de trânsito que acaba se tornando o catalisador de uma inesperada e tocante história de amor entre duas pessoas que acreditavam estar no inverno de sua vida. Em meio a uma nevasca no Brooklyn, aos 60 anos, Richard Bowmaster, um professor universitário, bate na traseira do carro de Evelyn Ortega, uma jovem imigrante ilegal da Guatemala. Quando Evelyn aparece na casa do professor, ele pede ajuda com o espanhol a sua inquilina, Lucía Maraz, uma chilena de 62 anos, que está passando uma temporada nos Estados Unidos como palestrante na mesma universidade em que Richard dá aula. Juntas, essas pessoas tão diferentes embarcam em uma dramática e incrível aventura, que vai do Brooklyn do presente à Guatemela de um passado recente, do Chile dos anos 1970 ao Brasil dos anos 1980, e na qual descobrem sua força interior. Para Lucía e Richard, além de tudo, significa uma nova chance para o amor.

9788501099518site– Vários casais possíveis

“Todo dia”, de David Levithan, chega aos cinemas brasileiros em julho e conta uma das histórias de amor mais inusitadas e sensíveis da ficção. O livro é centrado em A., adolescente que, a cada dia, acorda num corpo diferente: um exercício de empatia literal que só a ficção poderia proporcionar. Um dia, A. pode ser menino, no outro, menina; um dia feliz, noutro triste; num dia gay, noutro hétero; até o dia em que ocupa o corpo de Justin e se apaixona por sua namorada, Rhiannon. Assim, a menina precisa aprender a viver um amor com alguém que aparece a cada dia com uma aparência diferente. Veja aqui o trailer do filme.

Comentários
  • Erlangueiro

    Valeu tentativa, mas a editora tem livros melhores para indicar.

    Não me surpreende esse desconhecimento, já que é a editora mais arrogante do país.

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