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Seis motivos para ir ao cinema assistir “Todo dia”

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Livro queridinho de 10 a cada 10 pessoas que o leram: “Todo dia”, finalmente, ganhou uma versão para o cinema e o resultado está lindo (e super fiel ao original).  Imagine uma pessoa que tem consciência e sentimentos, mas não tem um corpo fixo. Como assim?! É o que acontece com A. Todo dia A acorda em um corpo diferente. A não sabe como isso começou, e já desistiu de tentar entender, se restringe apenas a viver um dia após o outro. Mas desde que consegue se lembrar, a cada 24 horas está com uma aparência diferente. Nunca acordou duas vezes como a mesma pessoa, mas sempre habita alguém que tenha a sua idade. A estadia dura apenas um dia, o suficiente para já ter visto o mundo por diversas perspectivas. Mas, para evitar conflitos, A faz o possível para não interferir na vida dos outros, para que ninguém saiba que esteve ali. Até se apaixonar por Rhiannon.

Essa é a premissa do filme que já está em pré-estreia e chega oficialmente às salas de todo o Brasil nesta quinta-feira, 26. Contudo, se você ainda não está convencido de que deve passar 1h 40 no cinema – quem sabe com um balde de pipoca ao lado? – nós podemos ajudar. Por isso, listamos seis motivos, que poderiam se estender facilmente em dez ou vinte, pelos quais qualquer um deve, sim, assistir (e se apaixonar) por “Todo dia”.

1) “Todo dia” mostra que o amor vai além das aparências

A pode não ter seu próprio corpo mas se há algo que ninguém pode tirar dele é sua consciência, seu caráter. Quando conhece Rhiannon, seu maior desafio é fazê-la enxergar por trás de uma “capa” que muda diariamente. Essa é uma das maiores lições que Levithan passa durante o filme: o amor é maior que o gênero, cor ou formato do corpo. O amor importa.

2) O roteiro de “Todo dia” é assinado pelo próprio Levithan

BANNER-David-Levithan

Se você é daqueles que fica com o pé atrás quando anunciam uma adaptação, fique tranquilo. Levithan assina o roteiro do filme e ressaltou em entrevistas a gentileza do diretor, Michael Sucsy, em incluí-lo em todo o desenvolvimento. “Eu sabia desde o início que todos os envolvidos entendiam a história e se dedicavam a contá-la da forma certa”, disse ao site The Young Folks.

3) “Todo dia” fala sobre viver o hoje

Ao acordar em corpos diferentes, A herda questões físicas e mentais das pessoas que está habitando. E ver ao mundo pela ótica do outro, sem julgar o seu comportamento, buscando entender o que leva àquele pensamento ou atitude, A dá uma lição de empatia para um mundo cada vez mais intolerante.

4) Um filme para encher os corações

Talvez você dê gargalhadas e/ou sinta algumas lágrimas caírem durante a sessão do filme, mas a verdade é que “Todo dia” vai encher o seu coração de esperança por um mundo mais tolerante e cheio de amor, um amor puro e consciente. Talvez o filme também te inspire a buscar se amar mais ou a descobrir o seu verdadeiro “eu”, que muitas vezes fica escondido por medo de julgamentos.

5) Representatividade importa, sim.

“Todo dia” teve o cuidado de, assim como no livro, dar a A corpos plurais. Quem for ao cinema verá atores altos e baixos, gordos e magros, negros, brancos, asiáticos e trans. A pode ser qualquer pessoa, uma vez que não se define como alguém do gênero feminino ou masculino. A é apenas uma pessoa que está por aí tentando existir.  Em um trecho do livro, inclusive, confessa que antes de conhecer Rhiannon, se interessou por um rapaz.

6) Tem um livro prontinho para você continuar inserido na história

Quando sair do cinema, a história ainda continua na livraria. Infelizmente, não é possível colocar todas as 279 páginas do livro em apenas 1h 40 de filme. E para permanecer inserido no mundo de A, basta garantir o seu exemplar de “Todo dia” e de “Outro dia”, história narrada pelo ponto de vista de Rihannon. Tá esperando o que para sair correndo e comprar o seu?

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