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A torcida por “Bohemian Rhapsody” no Oscar

2 Comentários

O sucesso de “Bohemian Rhapsody”, inspirado na vida do cantor Freddie Mercury, rendeu uma série de indicações aos principais prêmios do cinema, entre eles o Oscar.  Na cerimônia do próximo dia 24, o filme estrelado por Rami Malek concorre em cinco categorias. Ainda em 2018, o concorrente se tornou a cinebiografia mais popular da história, fechando o ano entre as maiores bilheterias do mundo. E todos nós na Editora BestSeller, do Grupo Editorial Record, estamos torcendo muito por inúmeras razões. Somos fãs de hinos como a música que batiza o filme e de “We will rock you” e temos um livro incrível que ajuda a conhecer o cantor para além dos 133 minutos de duração de “Bohemian Rhapsody”. Escrita por Lesley-Ann Jones, amiga íntima do cantor, “Freddie Mercury: A biografia definitiva” se aprofunda na vida do roqueiro carismático, talentoso, extravagante e performático.

Neste post você confere outros motivos pelos quais adoramos “Bohemian Rhapsody” e estamos na torcida por ele no Oscar.

 

#4 Rami Malek rouba a cena como Freddie Mercury

Interpretar uma lenda do rock não é tarefa fácil, principalmente quando estamos falando da figura icônica de Freddie Mercury. Mas Rami Malek entrega praticamente a encarnação do astro. Ele conseguiu não só reproduzir fielmente os trejeitos, gestos e olhares, como mergulhou de cabeça na história de Freddie e conseguiu captar a sua essência. O trabalho do ator é impecável – e inegável – o que fez com que ele abocanhasse todos os outros prêmios nos quais concorreu. Agora só falta o Oscar. Alguém duvida?

 

 

#3 As clássicas músicas do Queen num som de cinema

“Is this the real life? Is this just fantasy?” As clássicas músicas do Queen emocionam até quem não é muito fã. Impossível conter as palmas na hora de “We will rock you”, por exemplo.  Ou o coro com as mãos para o alto em “We are the champions”. O destaque, claro, fica para a produção de “Bohemian Rhapsody”, faixa que rompeu todas as barreiras da época e é relembrada até hoje. O processo que envolve o single também é retratado na biografia do cantor. A música, segundo o próprio Freddie Mercury, habitava sua mente há tempos. Mas é de Brian May, guitarrista da banda, a confissão mais curiosa: “Sempre que Freddie acrescentava outro ‘Galileu’, perdíamos algum trecho”.

 

 

#2 Caracterização e química entre o elenco

Além do excelente trabalho em transformar Remi Malek em Freddie Mercury, os demais integrantes da banda também ganharam uma caracterização minuciosa. Gwilym Lee, especificamente, que interpretou Brian May, ficou idêntico ao baterista. A química entre os atores também merece destaque, é impossível assistir a banda do filme cantando junto sem ver a formação original. E a química entre os atores não se restringe aos membros do Queen, também há a relação entre Freddie e Mary, interpretada por Lucy Boynton. A biografa da banda coloca Mary como um porto seguro de Freddie, a quem ele sempre poderia recorrer quando algo fugia do controle.

 

#1 Cena final do Live Aid

Não haveria melhor forma de terminar o filme senão com o show do Live Aid. A recriação é tão caprichada que o expectador se sente no estádio de Wembley. Sem dúvida, é a parte mais emocionante do filme. O LiveAid também tem muito destaque no livro da Editora BestSeller, que dedica um capítulo inteiro ao icônico festival.

Comentários
  • Thereza C. Faccio de Castro

    Amo Queen! Amei o filme! E como toda boa leitora quero muito ler o livro! Só queria que o filme tivesse acabado com o show de Barcelona, com ele e a Montserrat Caballé, dois talentos inesquecíveis juntos.

  • Desni Lopes

    Eu gosto muito de Queen, mas o emu filho é fã apaixonado… Adoramos o filme e estamos na torcida. Vou procurar o livro citado, pra dá de presente a ele.

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