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Os 454 anos do Rio em sambas de enredo imemoriais

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Os 454 anos do Rio em sambas de enredo imemoriais Esta cidade de generosos atributos naturais não seria tão bela se não fosse pela sua gente. Resultado da interação de diferentes povos e etnias, o carioca encontrou uma forma original de contar sua própria história e a do Brasil através de sambas de enredo, este gênero exaltado pelos autores do livro Sambas de enredo: História e arte pela sua originalidade. Compositores das mais diversas estirpes e de grande erudição, intelectual ou das quebradas da vida, se esmeraram na  criação de versos belos para contar na avenida – fosse na Presidente Vargas ou na Sapucaí – nesta verdadeira ópera popular os momentos mais marcantes do Rio, que completa 454 anos neste 1º de março.

Para celebrar o aniversário da cidade convidamos quatro especialistas do grupo de autores do Grupo Editorial Record para indicar os mais belos sambas de enredo que cantam e contam a história do Rio. Na seleção de Alberto Mussa encontra-se um dos primeiros a exaltar a contribuição do indígena na formação do Rio. A imperiana Raquel Valença pinçou na fase contemporânea pérolas de Salgueiro e da Tradição. Completam nossa comissão o historiador Luiz Antonio Simas e o escritor e sambista Nei Lopes, que lança um novo romance em 2019.

Confira e ouça a seleção clicando nos links.

Alberto Mussa, autor de Sambas de Enredo: História e arte (Civilização Brasileira) e de A biblioteca elementar Rio (Record) capital eterna (Portela, 1960: Walter Rosa)

Uruçumirim, paraíso tupinambá (Caprichosos, 1979: Ferreira, Carlinho de Pilares e Delso)

 

Luiz Antonio Simas, autor de Sambas de enredo: História e Arte (Civilização Brasileira) e do Dicionário da história social do samba (Civilização Brasileira) e Coisas nossas (José Olympio)

Os cinco bailes da história do Rio (Império Serrano, 1965: Ivone Lara, Bacalhau e Silas de Oliveira)

Lapa em três tempos (Portela, 1971: Ary do Cavaco e Rubens)

 

Nei Lopes, autor de Dicionário da história social do samba (Civilização Brasileira) e de O preto que falava ídiche (Record) Exaltação a Mem de Sá (Império Serrano, 1963: David do Pandeiro e Ala dos Compositores)

História do carnaval carioca – Eneida (Salgueiro, 1965: Geraldo Babão e Valdevino Rosa)

 

Raquel Valença, autora de Serra, Serrinha, Serrano: O Império do samba (Record) Rio, samba, amor e tradição (Tradição, 1989: João Nogueira e Paulo César Pinheiro)

Um Rio de mar a mar: do Valongo à Glória de São Sebastião (Portela, 2014: Toninho Nascimento, Luiz Carlos Máximo, Waguinho, Edson Alves e J. Amaral)

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