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O apego à memória em Nélida Piñon

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“Só através da arte, a morte – experiência a que palavra alguma corresponde – encontra uma tradução. Em ‘Uma Furtiva Lágrima’, Nélida Piñon nos oferece a sua”. O crítico literário José Castello, em resenha da nova obra de Nélida Piñon para o caderno Eu & fim de semana, do jornal Valor Econômico, cotou “Uma Furtiva lágrima” como AA+ (alta qualidade).

 

Em tom poético, o crítico ressalta a ativa produção de Nélida, que transformou o erro do diagnóstico de seu oncologista em criação. O “diário da morte” se tornou o registro de reflexões que o autor define como “cortantes”, que abordam temas diversos como família, a origem da autora, o amor.

 

Para Castello, Nélida é uma mulher paciente, que narra sua história com doçura e sem dispensar a alegria mesmo escrevendo sobre suas piores dores. Ele destaca a “alma antiga” da autora, que valoriza o passado, os mitos, reconhecendo a efervescência da vida nos acontecimentos que ficaram para trás. Castello retoma as reflexões de Nélida sobre seu apego à memória, sua admiração por viagens e sua intenção de conduzir o público para uma leitura de quem ela verdadeiramente é.

 

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