Listas

Cinco livros para aproveitar o Sol no signo de Câncer

Nenhum Comentário

O Sol em Câncer nos lembra não apenas que metade do ano já passou, mas também que o sentimentalismo está no ar. A fama de signo mais emotivo do zodíaco é a deixa perfeita para fazer todo mundo liberar seu lado mais sentimental nesse período, sem culpa. O Sol transitando por câncer também nos envolve de amor, por isso, esta é a época perfeita pra deixar a emoção rolar solta.

E para aproveitar a combinação de paixão e drama que os cancerianos tanto gostam, selecionamos cinco títulos muito emocionantes para os leitores de todo o zodíaco mergulharem de cabeça (e coração):

Talvez um dia | Colleen Hoover | Galera Record

Sydney divide um apartamento com a sua melhor amiga. Essa foi a solução que encontrou após seus pais se recusarem a ajudá-la com as despesas da faculdade. Não estava nos planos deles que Sydney desistisse do preparatório de Direito e cursasse Música. Mas esta sempre foi a sua paixão. Não é à toa que adora rascunhar letras para as melodias que seu vizinho toca. Todos os dias o rapaz vai para a varanda com o violão e Sydney se torna uma de suas mais leais ouvintes. Ridge é compositor na banda de seu irmão mais novo e costuma dedilhar as músicas do lado de fora do apartamento. Sem nunca terem se falado, mas cientes de suas presenças a alguns metros um do outro, Ridge toma a iniciativa e pede a ajuda de Syd. Por causa de um bloqueio criativo, ele não consegue manter o ritmo de produção. Sydney é exatamente o que procura e pode ajudá-lo a dar vida às melodias.

 

De volta à Blackbrick | Sarah Moore Fitzgerald | Galera Record

Desde que seu irmão morreu, a vida de Cosmo virou do avesso. O primeiro sinal foi a mãe ter ido morar do outro lado do mundo, deixando-o com os avós. Agora, a relação com o avô – antes tão próxima – também parece estar mudando para sempre, com a descoberta de que ele está com Alzheimer.

Um dia, Kevin reconhece o neto e o presenteia com uma chave, capaz de abrir os portões da Abadia de Blackbrick. Quando vai até lá, o garoto abre um portal para o passado e tem a chance única de participar das memórias do avô. Ao mesmo tempo em que o medo de perdê-lo avança, Cosmo se pergunta se tal oportunidade lhe permitiria alterar o futuro e impedir tudo de ruim que vem acontecendo com as pessoas que ama.

 

Como dizer adeus em robô | Natalie Standiford | Galera Record

Bea não tem coração. Ela é feita de lata. Pelo menos é o que sua mãe pensa. Na verdade, ela é muito, muito sensível. Uma Garota Robô que protege um coração de ouro. Prestes a ser flechado por Cupido. Mas esqueça as asinhas e o arco e flecha. Nada de anjinhos rechonchudos… Para Bea, o Cupido é o alfabeto. É ele que conspira para sentá-la ao lado de Jonah, também conhecido como Garoto Fantasma.

Observador silencioso, ele não faz um amigo novo desde a terceira série. Não é um grande fã das pessoas em geral… Mas está disposto a abrir uma exceção para Bea. Talvez. Aos poucos, eles criam uma ligação singular. Nada de amizade comum para esses dois, em que tudo se baseia em fofocas e festas. Não. Bea e Jonah não são como os outros…  Em vez disso, sua amizade vem de conversas comprometidas com a verdade.

 

A garota que bebeu a lua | kelly Barnhill | Galera Record

Na trama, todo ano o povo do local conhecido como Protetorado deixa um bebê como oferenda para a bruxa que vive na floresta, na esperança de que o sacrifício a impeça de aterrorizar sua pequena cidade. É um povo triste, que vive isolado e protegido por muros, sem grandes distrações ou ambições. A lenda da bruxa se estende há anos, criada pelos Anciãos, os donos da cidade – mas eles sabem que não existe bruxa má nenhuma. Para os Anciãos, os bebês deixados ali acabam morrendo, comidos pelos bichos selvagens da floresta. Mas a crença da população na lenda ajuda a mantê-los sob rédea curta, e é isso que importa.

O que ninguém sabe é que de fato existe uma bruxa que mora na floresta. Mas Xan não é nada má. Todo ano ela pega o bebê deixado pelo povo do Protetorado – sem entender exatamente por que eles abandonam suas crianças – e faz uma longa viagem para entregá-lo a uma família nas Cidades Livres, que cuida com carinho dos pequenos. Mas em uma das ocasiões ela sente uma conexão forte com a bebê da vez. E sem querer – ou talvez um pouco de propósito – alimenta a menina durante a viagem com a luz da lua, substância dotada de magia extraordinária, o que acaba “embruxando” a garota.

Assim, Xan decide criar ela mesma aquela criança, a quem dá o nome de Luna. Mas seus poderes mágicos são excepcionais e, quando se aproxima o aniversário de 13 anos da garota, as coisas começam a sair do controle e colocar a sua vida – e a dos outros – em perigo. Enquanto isso, um jovem no Protetorado começa a fazer muitas perguntas. Ele não consegue se conformar com o ritual de sacrifício dos bebês, e está disposto a acabar com esse costume, mesmo que tenha que encontrar e matar a bruxa má com suas próprias mãos.

 

Magônia | Maria Dahvana Headley | Galera Record

A vida de Aza, como ela mesma define, é feita de hospitais. Isto porque a jovem tem uma doença incurável, tão rara que os médicos chamam de Síndrome de Azaray, uma variação do seu nome. Apesar de ter nascido aparentemente saudável, com um ano de idade Aza começou a apresentar dificuldades para respirar. Agora, aos 16, ela tem um grande histórico de internações e remédios fortíssimos.

Até que um dia Aza vê um misterioso navio no céu. Apesar de sua família acreditar que isto não passa de uma alucinação causada pelos medicamentos, a jovem tem certeza de que foi chamada. Acima das nuvens existe Magônia, um lugar onde ela não será mais uma frágil garota enferma e poderá respirar normalmente. Lá, as canções de Aza têm poderes transformadores e são capazes de mudar o que acontece no mundo.

Comentários
Posts Populares
Não passarão

Não passarão

Este website usa cookies para melhorar a experiência do usuário. Navegando neste site você consente com a nossa Política de Privacidade.

Leia Mais