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“Assim como nunca existirá uma pessoa como meu pai, nunca haverá um livro como Pescar Truta na América”
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“Assim como nunca existirá uma pessoa como meu pai, nunca haverá um livro como Pescar Truta na América”

Um dos grandes nomes da contracultura americana, Richard Brautigan completaria 84 anos nesta quarta. Para celebrar a data e o lançamento de uma nova edição do seu “Pescar Truta na América” (José Olympio), conversamos com sua filha, Ianthe Brautigan, que também é escritora e autora de “You can’t catch death”,ainda sem publicação no Brasil, em que relembra suas memórias com o pai, que se suicidou quando ela tinha 25 anos.

“Precisamos mais do que nunca de muita poesia”
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“Precisamos mais do que nunca de muita poesia”

Em seu sexto romance, “Sob os pés, meu corpo inteiro” (Ed. Record), a escritora Marcia Tiburi constrói uma São Paulo árida, cinzenta, atormentada por tiranos e carente de afeto. Nesta entrevista para o BLOG DA RECORD, Marcia fala sobre os suas inspirações e os bastidores que levaram à criação desta realidade (não tão) distópica assim.

“Eu sou eles”, de Francisco Azevedo
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“Eu sou eles”, de Francisco Azevedo

No ano em que seu grande best-seller, “O arroz de Palma”, completa dez anos, Francisco Azevedo reúne trechos de romances, poemas, crônicas e outros escritos em “Eu sou eles”. O livro será lançado no Rio no domingo,11, a partir das 17h, na Livraria Argumento, no Leblon.

“Entre as mãos”, de Juliana Leite
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“Entre as mãos”, de Juliana Leite

No livro vencedor do Prêmio Sesc de Literatura na categoria romance, a autora Juliana Leite conecta fragmentos e “fios” para construir a trajetória de uma mulher que se recupera de um acidente – e de uma série de outros tipos de brutalidade. Nesta entrevista, ela fala sobre os desafios e as surpresas do processo de escrita, entre muitos outros assuntos.

“As coisas”, de Tobias Carvalho
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“As coisas”, de Tobias Carvalho

Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura deste ano na categoria contos, “As coisas” lança olhar para as relações homossexuais quando a etapa de se assumir já ficou para trás. Eventos de lançamento acontecem em novembro em São Paulo, Porto Alegre e no Rio de Janeiro.

“Pare de se odiar”, de Alexandra Gurgel
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“Pare de se odiar”, de Alexandra Gurgel

Referência do movimento body positive, a jornalista Alexandra Gurgel conta em “Pare de se odiar”, sua jornada em busca de aceitação e liberdade — como aprendeu a se ver sem motivos para vergonha. Com bom humor, ela trata de assuntos espinhosos – desde depressão e outras doenças nascidas de uma sociedade gordofóbica até relacionamentos tóxicos, amorosos ou não – e desconstrói conceitos nos quais aprendemos a (tentar) nos encaixar durante a vida inteira, destacando a importância de entender o feminismo como uma porta para este sentimento tão libertador que é não odiar o próprio corpo. Na entrevista a seguir, Xanda fala sobre sua experiência e sobre os projetos aos quais o ativismo body positive deu origem.

“Bagageiro”, de Marcelino Freire
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“Bagageiro”, de Marcelino Freire

Em Pernambuco, o bagageiro é onde se leva todo tipo de coisa em cima da bicicleta: mercadoria, botijão de gás, criança, etc. Nas páginas de “Bagageiro”, de Marcelino Freire, é uma coletânea de pequenas histórias, entremeadas por comentários – algo que o autor definiu como “ensaios de ficção”. Nesta divertida entrevista a três concedida a Manoela Sawitzki e Omar Salomão, Marcelino fala sobre literatura contemporânea, as vozes dos personagens, a composição dos cenários em suas obras, e muito mais.

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