AssuntoNunca houve tanto fim como agora
Fim de ano com livros premiados
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Fim de ano com livros premiados

Assim na terra como embaixo da terra, de Ana Paula Maia, foi eleito o melhor livro do ano pelo Prêmio São Paulo de Literatura; já Nunca houve tanto fim como agora, de Evandro Affonso Ferreira, arrebatou o Prêmio Machado de Assis, de melhor romance, concedido pela Biblioteca Nacional.

Três livros da Record estão entre os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura
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Três livros da Record estão entre os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura

Três livros do Grupo Editorial Record estão entre os finalistas da edição 2018 do Prêmio São Paulo de Literatura. “Assim na terra como embaixo da terra”, de Ana Paula Maia, e “Nunca houve tanto fim como agora”, de Evandro Affonso Ferreira, concorrem na categoria Melhor livro do ano. Já “Última hora”, de José Almeida Júnior, integra a categoria Melhor livro de autor estreante com menos de 40 anos. Saiba mais sobre os livros a seguir.

Quatro livros da Record estão entre os semifinalistas do Prêmio Oceanos
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Quatro livros da Record estão entre os semifinalistas do Prêmio Oceanos

Entre os 60 livros que seguem na briga pelo Prêmio Oceanos estão “A sábia ingenuidade do Dr. João Pinto Grande”, de Yuri Vieira; “Entre facas, algodão”, de João Almino; “Nunca houve tanto fim como agora”, de Evandro Afonso Ferreira; e “Os novos moradores”, de Francisco Azevedo, todos da Record. Com curadoria da portuguesa Isabel Lucas e dos brasileiros Manuel da Costa Pinto, Mirna Queiroz e Selma Caetano, o Oceanos premia os quatro primeiros colocados com R$ 100 mil, R$ 60 mil, R$ 40 mil e R$ 30 mil. Clique para saber mais sobre os títulos.

Dois livros do grupo entre os eleitos do Prêmio APCA
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Dois livros do grupo entre os eleitos do Prêmio APCA

A APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) revelou nesta segunda-feira à noite suas escolhas entre as melhores produções de 2017 no universo cultural. Em literatura, dois livros do Grupo Editorial Record venceram: “Nunca houve tanto fim como agora” como melhor romance/novela, e “Raízes do conservadorismo brasileiro” em ensaio/teoria e/ou crítica literária/ reportagem. Saiba mais a seguir.

“Nunca houve tanto fim como agora”, de Evandro Affonso Ferreira
Entrevistas

“Nunca houve tanto fim como agora”, de Evandro Affonso Ferreira

Vencedor do Jabuti por “O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam”, em 2013, Evandro Affonso Ferreira está lançando um novo romance, mais um com um nome que chama a atenção: “Nunca houve tanto fim como agora”. Na entrevista a seguir, conta que escreve todos os dias, sempre sobre o que sente.

Consagrados autores nacionais e internacionais na fornada da semana
Quentinho da gráfica

Consagrados autores nacionais e internacionais na fornada da semana

Esta semana chegaram da gráfica livros de grandes nomes da literatura. Recebemos a edição em capa dura de “Cem anos de solidão”, em homenagem aos 50 anos do lançamento da obra de Gabriel García Márquez, e “Pape Satàn Aleppe”, livro inédito de Umberto Eco. Chegaram também dois thrillers de outros importantes autores internacionais: “Polícia”, do norueguês Jo Nesbo,e “O sniper paciente”, de Arturo Pérez-Reverte, autor do livro que inspirou a série “A rainha do tráfico”, estrelada na TV por Alice Braga. Entre os autores nacionais as novidades são “Os novos moradores”, romance de Francisco Azevedo, autor do consagrado “O arroz de Palma”, e “Nunca houve tanto fim como agora”, do premiado Evandro Afonso Ferreira. Recebemos ainda “Ferinos: o encantador de corvos”, de Jacob Grey, e pela não-ficção, “A crise das esquerdas”, coletânea de artigos organizada por Aldo Fornazieri e Carlos Muanis.

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